Imagem representando a segurança de senhas, com um cadeado azul fechado.

Cada vez mais o mundo se digitaliza, e as operações empresariais ficam mais dependentes de sistemas e dados online, dessa forma, a segurança da informação se tornou um pilar essencial para a sustentabilidade e crescimento das organizações. A gestão inadequada de senhas nas empresas pode ter consequências desastrosas, afetando diversos aspectos do negócio e deixando a empresa vulnerável a possíveis ataques.

Pensando nisso, nós vamos falar neste artigo sobre a importância de ter um bom gerenciamento de senhas corporativas, destacando a proteção contra ameaças cibernéticas e conformidade regulatória.

O que é Política de Segurança de Acesso? 

A informação é um dos ativos mais valiosos de qualquer empresa, fazendo com que a proteção dos dados corporativos seja uma prioridade absoluta. Uma das formas mais eficazes de garantir essa proteção é através da implementação de uma Política de Segurança de Acesso (PSA). Vamos detalhar agora sua definição, importância e benefícios:

Definição 

A Política de Segurança de Acesso é um conjunto de diretrizes, regras e práticas estabelecidas por uma organização para controlar quem pode acessar os recursos e dados da empresa e de que maneira esse acesso é permitido. A PSA define os níveis de acesso de diferentes usuários, especifica as permissões e restrições aplicáveis a cada nível e detalha os procedimentos de autenticação e autorização. Em sua essência, se trata de um framework abrangente que protege a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos recursos informacionais da organização.

Importância 

A implementação de uma PSA é importante pois ela fornece um mecanismo estruturado para proteger os dados sensíveis contra acessos não autorizados. Atualmente, as ameaças cibernéticas estão cada vez mais sofisticadas então a ausência de um controle de acesso pode expor a empresa a riscos significativos, incluindo roubo de dados, espionagem industrial e danos à reputação.

Benefícios 

Vamos citar aqui seus principais benefícios:

  • Melhoria na Segurança da Informação: Uma PSA robusta protege os dados sensíveis da empresa contra violações de segurança. Ao definir níveis de acesso baseados nas necessidades de cada usuário, a PSA minimiza o risco de que dados críticos sejam expostos a pessoas sem a devida autorização.

  • Conformidade regulamentar: Adotar uma PSA ajuda a empresa a cumprir com a regulamentação e normas de segurança que exigem controles rigorosos sobre o acesso a informações sensíveis. A conformidade não só evita multas e penalidades, mas também melhora a reputação da empresa perante clientes e parceiros.

  • Mitigação de riscos internos: Ao controlar rigorosamente quem pode acessar quais dados, uma PSA reduz o risco de incidentes causados por funcionários internos, sejam eles mal-intencionados ou negligentes. A capacidade de monitorar e auditar acessos também facilita a identificação e resposta a atividades suspeitas em tempo hábil.

  • Eficiência operacional: Uma PSA bem implementada facilita a administração dos recursos de TI, tornando mais fácil gerenciar permissões de acesso e monitorar atividades. Isso reduz a carga de trabalho do departamento de TI e permite que a equipe se concentre em projetos estratégicos ao invés de resolver problemas de acesso.

  • Melhoria na cultura de segurança: A implementação de uma PSA promove uma cultura de segurança dentro da organização. Ao conscientizar os funcionários sobre a importância da segurança da informação e ao definir claramente as responsabilidades de cada um, a empresa incentiva práticas seguras de comportamento digital.

  • Resposta rápida a incidentes: Com uma PSA, a empresa pode responder rapidamente a incidentes de segurança. Políticas claras e procedimentos de resposta ajudam a conter ameaças, minimizar danos e restaurar operações normais com eficiência.

Como criar e implementar uma PSA? 

Para que uma Política de Segurança de Acesso seja implementada na organização, é necessário seguir algumas etapas, como:

1. Análise e avaliação inicial:

O primeiro passo para criar uma PSA é realizar uma análise abrangente da organização para identificar as necessidades específicas de segurança de acesso. Isso inclui:

  • Inventário de recursos: Catalogar todos os ativos de TI, incluindo sistemas, aplicações e dados.

  • Avaliação de riscos: Identificar e avaliar os riscos associados a cada recurso, incluindo possíveis ameaças e vulnerabilidades.

  • Mapeamento de usuários: Identificar todos os usuários que necessitam de acesso, categorizando-os de acordo com suas funções e níveis de acesso necessários.

2. Definição de diretrizes e regras

Com base na avaliação inicial, desenvolva diretrizes e regras claras que definam como os acessos serão gerenciados. Exemplos incluem:

  • Privilégios de acesso: Definir níveis de acesso com base nas funções dos usuários (princípio do menor privilégio).

  • Requisitos de autenticação: Especificar os métodos de autenticação a serem utilizados, como senhas fortes, autenticação multifator (MFA) e autenticação única (SSO).

  • Regras de senhas: Estabelecer políticas para a criação e rotação de senhas, incluindo requisitos de complexidade e periodicidade de troca.

  • Controle de acesso: Determinar procedimentos para conceder, revisar e revogar acessos, garantindo que apenas usuários autorizados tenham acesso a recursos específicos.

3. Desenvolvimento e Documentação da PSA

A próxima etapa é documentar a política de segurança de acesso de forma detalhada. O documento deve incluir:

  • Objetivo e escopo: Descrever a finalidade da PSA e os recursos e usuários abrangidos.

  • Políticas e procedimentos: Incluir todas as diretrizes e regras definidas, bem como procedimentos operacionais padrão.

  • Responsabilidades: Definir as responsabilidades de todos os stakeholders, incluindo administradores de TI, gestores e usuários finais.

4. Implementação da PSA

Uma vez documentada, a PSA deve ser implementada na organização. Isso envolve:

  • Configuração de sistemas: Configurar sistemas de TI e ferramentas de gerenciamento de acesso de acordo com as políticas definidas.

  • Treinamento e conscientização: Realizar sessões de treinamento para garantir que todos os funcionários entendam e sigam a PSA. Isso pode incluir workshops, seminários e campanhas de conscientização.

  • Comunicação: Divulgar a PSA a todos os funcionários e partes interessadas, assegurando que estejam cientes das novas regras e procedimentos.

5. Monitoramento e auditoria

Após a implementação, é crucial monitorar a eficácia da PSA e realizar auditorias regulares para identificar possíveis violações ou áreas de melhoria. Isso pode ser feito através de:

  • Ferramentas de monitoramento: Utilizar software de monitoramento de segurança para rastrear acessos e atividades suspeitas.

  • Relatórios e logs: Manter registros detalhados de todos os acessos e mudanças nos privilégios de acesso.

  • Auditorias internas: Realizar auditorias periódicas para garantir a conformidade com a PSA e identificar quaisquer desvios.

A PSA deve ser um documento dinâmico, revisado e atualizado regularmente para garantir que continue eficaz frente às novas ameaças e mudanças tecnológicas. Para isso é importante fazer revisões periódicas, estabelecendo um cronograma de revisões regulares a cada seis meses ou anualmente. Também é essencial coletar os feedbacks dos funcionários e stakeholders sobre a eficácia da PSA e quaisquer problemas encontrados na prática.

Como criar senhas fortes? 

Já entendemos a importância de proteger os sistemas da organização, mas, você sabe como criar senhas fortes suficientes para isso? Nós vamos agora te ensinar a criar e aplicar senhas robustas nas contas da sua organização para manter a devida segurança.

As senhas são a primeira linha de defesa contra acessos não autorizados. Elas devem ser complexas e difíceis de adivinhar, tanto por humanos quanto por softwares de quebra de senhas. As principais características de uma senha robusta incluem:

  • Comprimento adequado: Senhas devem ter, no mínimo, 12 caracteres. Quanto mais longa a senha, mais difícil será de ser quebrada por ataques de força bruta.

  • Complexidade: Uma senha forte deve combinar letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais (como @, #, $, %, etc.). Essa variedade torna a senha mais resistente a tentativas de adivinhação.

  • Imprevisibilidade: Senhas não devem conter sequências óbvias (como “123456” ou “abcdef”), informações pessoais (como datas de nascimento ou nomes de familiares) ou palavras do dicionário.

Para criar senhas fortes, algumas boas práticas devem ser seguidas, como:

  • Evitar informações pessoais: Não use informações que possam ser facilmente associadas a você, como nomes, aniversários, números de telefone ou endereços.

  • Usar frases aleatórias: Combinar palavras sem relação aparente, como “CaféSol@Rosa78!”. Essas frases são mais fáceis de lembrar e ainda assim seguras.

  • Misturar caracteres: Use uma combinação de letras, números e símbolos. Por exemplo, “B3n!r7y@Qp$” é uma senha que incorpora diferentes tipos de caracteres.

  • Utilizar geradores de senhas: Ferramentas automatizadas podem criar senhas verdadeiramente aleatórias e complexas, que são difíceis de quebrar.

Lembre-se que usar a mesma senha para múltiplas contas pode ser perigoso. Pois se um invasor conseguir decifrar uma senha em uma devida plataforma, ele pode pressupor que haja outras plataformas com a mesma senha de login e assim resultando em uma violação em cadeia. Por isso é importante que cada conta tenha uma senha única.

Medidas técnicas adicionais para a segurança de senhas 

Além das práticas básicas de criação e gerenciamento de senhas, há medidas técnicas adicionais que podem fortalecer ainda mais a segurança. Estas medidas incluem a criptografia, a limitação de tentativas de login, políticas de troca de senhas, a gestão de senhas expiradas e inativas, e a autenticação adicional (MFA e SSO). Sendo assim, vamos explorar mais sobre elas:

Criptografia 

A criptografia é uma técnica fundamental para proteger senhas e outras informações sensíveis contra acessos não autorizados. Ao criptografar senhas, as empresas garantem que, mesmo que os dados sejam interceptados ou acessados indevidamente, eles permanecerão ilegíveis sem a chave de decriptação correta.

Então, para proteger senhas, as organizações devem criptografar tanto as senhas armazenadas quanto os dados em trânsito. Isso significa que senhas devem ser armazenadas em uma forma criptografada no banco de dados, e qualquer transmissão de senhas através da rede deve ser feita de maneira segura usando protocolos de criptografia como TLS (Transport Layer Security).

Limitação de Tentativas de Login 

Para proteger contra ataques de força bruta, onde um invasor tenta todas as combinações possíveis de senhas, a implementação de limitação de tentativas de login é crucial.

Uma prática comum é bloquear a conta de um usuário após um número específico de tentativas de login falhas. Por exemplo, após três tentativas incorretas, a conta pode ser temporariamente bloqueada por 15 minutos. Isso desmotiva os atacantes, que encontram uma barreira significativa para a execução de ataques de força bruta.

Configurações de segurança para reduzir ataques de força bruta 

Além de bloquear contas após várias tentativas falhas, outras configurações incluem:

  • Captchas: Adicionar um captcha após algumas tentativas de login falhas para verificar se a tentativa é realizada por um humano.

  • Alertas de segurança: Notificar os usuários e administradores quando várias tentativas falhas são detectadas.

  • Aumentar tempo de bloqueio: Incrementar o tempo de bloqueio com cada conjunto subsequente de tentativas falhas.

Política de Troca de Senhas 

Manter uma política de troca de senhas é essencial para garantir que senhas comprometidas sejam rapidamente substituídas.

A frequência de troca de senhas deve equilibrar a segurança com a conveniência para os usuários. Uma recomendação comum é exigir a troca de senhas a cada 90 dias. No entanto, para contas privilegiadas, pode ser necessário um intervalo menor, como a cada 30 dias.

Para garantir uma troca segura de senhas, é importante seguir os seguintes procedimentos:

  • Notificações: Informar os usuários sobre a necessidade de troca de senha antes que a senha expire.

  • Autenticação reforçada: Requerer métodos adicionais de verificação de identidade durante a troca de senha para garantir que a solicitação é legítima.

  • Política de complexidade: Exigir que as novas senhas sigam as diretrizes de complexidade estabelecidas pela organização.

Gestão de senhas expiradas e inativas 

Contas com senhas expiradas ou inativas representam um risco de segurança se não forem gerenciadas adequadamente. Quando uma senha expira, o acesso à conta deve ser suspenso até que uma nova senha seja criada. Isso pode incluir:

  • Desativação automática: Desativar automaticamente a conta até que o usuário redefina a senha.

  • Processo de recuperação: Implementar um processo seguro de recuperação de conta para permitir que o usuário redefina sua senha.

Contas inativas que não são mais usadas devem ser desativadas ou removidas para reduzir a superfície de ataque. As práticas incluem:

  • Monitoramento de atividade: Monitorar contas para detectar inatividade e notificar administradores.

  • Política de desativação: Estabelecer políticas claras para desativação de contas após um período de inatividade, como 90 dias.

  • Auditorias regulares: Realizar auditorias periódicas para identificar e tratar contas inativas.

Autenticação Adicional 

A autenticação adicional, como a autenticação multifator (MFA) e a autenticação única (SSO), é fundamental para fortalecer a segurança das identidades digitais e proteger o acesso aos sistemas corporativos.

Autenticação Multifator (MFA):

A autenticação multifator (MFA) é uma estratégia que exige que os usuários forneçam mais de um método de autenticação para verificar sua identidade antes de acessar um sistema ou aplicação. Esses métodos geralmente incluem algo que o usuário sabe (como uma senha), algo que o usuário possui (como um dispositivo móvel) e algo que o usuário é (como uma impressão digital).

Assim, ele adiciona uma camada extra de segurança, tornando mais difícil para os invasores comprometerem as contas dos usuários, mesmo que tenham acesso às credenciais de login.

Vantagens e Implementação

  • Aumento da segurança: Torna mais difícil para invasores acessarem sistemas corporativos com credenciais roubadas ou comprometidas.

  • Conformidade regulamentar: Ajuda a atender a requisitos regulatórios de segurança de dados, como GDPR e PCI DSS.

  • Implementação: Pode ser realizada através de tokens de segurança, autenticação biométrica e aplicativos de autenticação móvel.

Autenticação Única (SSO):

A autenticação única (SSO) é uma abordagem que permite que os usuários façam login em vários sistemas e aplicativos com apenas uma única credencial.

Conceito e benefícios do SSO

  • Conveniência: Simplifica a experiência do usuário, permitindo acesso rápido e fácil a todos os recursos necessários.

  • Segurança: Reduz a necessidade de lembrar várias senhas, diminuindo a probabilidade de senhas fracas ou reutilizadas.

  • Integração: Envolve a integração de sistemas corporativos com um provedor de identidade centralizado.

Exemplos de Integração com Sistemas Corporativos

  • Protocolos de autenticação padrão: Uso de SAML (Security Assertion Markup Language) e OAuth (Open Authorization) para permitir que aplicações externas autentiquem usuários em um ambiente de SSO.

  • Provisionamento automático: Recursos avançados como provisionamento automático de contas de usuário e gerenciamento centralizado de políticas de acesso.

Importância das ferramentas de gerenciamento de senhas 

As ferramentas de gerenciamento de senhas são aplicações ou sistemas projetados para armazenar, organizar e proteger senhas e outras credenciais de acesso. Elas permitem que os usuários gerenciem eficientemente uma grande variedade de senhas, eliminando a necessidade de memorização de várias combinações e garantindo a segurança das informações confidenciais.

Mas aonde elas armazenam todas essas credenciais? Bom, o armazenamento é feito em um lugar seguro, geralmente chamado de cofre de senhas. Os usuários podem acessar esse cofre com uma senha mestra ou outro método de autenticação, como autenticação biométrica ou token de segurança. Uma vez dentro do cofre, podem visualizar, adicionar, editar e excluir senhas conforme necessário.

Qual a melhor ferramenta para gerenciar senhas corporativas? 

Investir na melhor ferramenta de gerenciamento de senhas corporativas é uma decisão estratégica que pode trazer uma série de benefícios significativos para uma empresa. É importante entender que uma ferramenta de gerenciamento de senhas corporativas vai além de simplesmente armazenar e organizar senhas. Ela oferece uma série de recursos avançados projetados para melhorar a segurança, simplificar o acesso e facilitar o gerenciamento das credenciais de acesso em toda a organização.

O Password Manager Plus surge como a solução definitiva para atender a essas necessidades, oferecendo uma gama abrangente de recursos e funcionalidades que o destacam como a melhor opção em gerenciamento de senhas.

Password Manager Plus: a melhor solução de gerenciamento de senhas 

Como evidenciamos neste artigo, é preciso colocar a segurança da informação como prioridade máxima e o Password Manager Plus da ManageEngine surge como a solução definitiva para atender a todas as necessidades, oferecendo uma gama abrangente de recursos e funcionalidades que o destacam como a melhor opção em gerenciamento de senhas.  

Vamos explorar por que o Password Manager Plus se destaca e como usá-lo de forma efetiva.

Segurança de primeira classe 

O Password Manager Plus oferece um cofre de senhas altamente seguro, onde todas as credenciais são armazenadas de forma criptografada e protegidas por rigorosos controles de acesso. Isso garante que apenas usuários autorizados tenham acesso às informações confidenciais.

Imagem da ferramenta Password Manager Plus

Gerenciamento simplificado 

Com uma interface intuitiva e fácil de usar, o Password Manager Plus simplifica o processo de gerenciamento de senhas, permitindo que os usuários organizem, compartilhem e atualizem facilmente suas credenciais.

Imagem da ferramenta Password Manager Plus

Automação inteligente 

Uma das principais vantagens do Password Manager Plus é sua capacidade de automatizar tarefas repetitivas, como a rotação periódica de senhas e a geração de senhas fortes, o que ajuda a fortalecer a segurança da infraestrutura de TI.

Imagem da ferramenta Password Manager Plus

Conformidade com regulamentações 

Com recursos avançados de relatórios e auditoria, o Password Manager Plus auxilia as organizações a manter a conformidade com regulamentações de segurança, como PCI DSS, HIPAA e GDPR, fornecendo insights detalhados sobre o uso e acesso às senhas.

Imagem da ferramenta Password Manager Plus

Escalabilidade e flexibilidade 

O Password Manager Plus é altamente escalável e pode ser facilmente adaptado às necessidades em constante evolução das organizações. Ele suporta a integração com uma ampla variedade de sistemas e aplicativos, garantindo compatibilidade e interoperabilidade.

Imagem da ferramenta Password Manager Plus

Como utilizar o Password Manager Plus? 

1. Implantação inicial: O primeiro passo para utilizar o Password Manager Plus é realizar a implantação inicial da ferramenta em sua infraestrutura de TI. Isso envolve a instalação e configuração do software de acordo com as necessidades específicas da sua organização.

2. Integração de sistemas: Em seguida, é importante integrar o Password Manager Plus com os sistemas e aplicativos existentes em sua rede, como servidores, bancos de dados e aplicativos de negócios. Isso garantirá que todas as senhas sejam centralizadas e gerenciadas de forma eficiente.

3. Treinamento de usuários: Uma vez que o Password Manager Plus esteja configurado, é essencial fornecer treinamento adequado aos usuários sobre como utilizar a ferramenta de forma eficaz. Isso inclui a criação de senhas seguras, o compartilhamento seguro de credenciais e o uso de recursos avançados, como auditoria e relatórios.

4. Monitoramento e manutenção contínua: Após a implementação inicial, é importante monitorar continuamente o uso e acesso às senhas, além de realizar manutenção regular do sistema. Isso garantirá que o Password Manager Plus continue a fornecer proteção robusta e eficaz contra ameaças de segurança.

 

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